
14 de janeiro de 2010
PLAS3 - uma olhada antes e depois

PLAS3 visto Fibonacci fractal

PLAS3, definitivamente o mais atrasado dos papéis, não buscou nem a primeira retração de fibo do TH/FH (até Milk11 já beslicou essa retração), 5.10, que é aonde no mínimo o ativo deve ir buscar ainda no curto prazo. Pelo Fibo Fractal a principal resistência do ativo estava na região 3.45, que foi exterminado rapidinho e agora tem caminho livre até os 4.20 e depois finamente os 5.10. Pelo Altíssimo nível do OBV (já acima dos 12 reais, acima do této histórico) e pelo volume espetacular que estamos vendo, acredito piamente no alcance desses valores em breve, ainda que com algumas realizações à caminho.
Considerações

Ibovespa, ruim, vai chamando mais queda para amanhã até o suporte em 69200 aonde pode ameaçar recuperação. Atenção para um detalhe curioso: amanhã é dia de Lua Nova, segundo os entendido em astronomia e bolsa, é dia de alta e novo ciclo altista, vale conferir.
AGEN11 - plantão intraday
MMXM3 - zerando o restante dos lotes
AGEN11 - plantão da abertura
AGEN11 - resumo para hoje
AGEN11, apenas 26% dos 4 reais
Bom dia 14 de janeiro
13 de janeiro de 2010
Tragédia no Haiti

Veja como ajudar as vítimas do terremoto no Haiti
Tragédia pode ter afetado 3 milhões de pessoas, diz Cruz Vermelha.
Instituições pedem doações em dinheiro para ajudar vítimas.
Do G1, em São Paulo
O terremoto no Haiti causou destruição e pode ser afetado cerca de 3 milhões de pessoas, segundo o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, que alerta, porém, que o número ainda pode mudar porque ainda falta verificar muita coisa sobre a situação no país.
Quem quiser ajudar as vítimas do terremoto tem algumas opções. Como costuma acontecer depois de tragédias, podem aparecer sites falsos pedindo doações, então procure doar para instituições reconhecidas por meio do site delas.
A embaixada do Haiti no Brasil recebe doações em dinheiro por meio da conta corrente abaixo. Os recursos serão recebidos diretamente pela embaixada e administrados por ela, segundo o Banco do Brasil. Podem ser feitos depósitos ou transferências de qualquer banco e até mesmo de fora do Brasil para a conta corrente.
Nome: Embaixada da República do Haiti
Banco: Banco do Brasil
Agência: 1606-3
CC: 91000-7
CNPJ: 04170237/0001-71
O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) também recebe doações só em dinheiro. Segundo Silvia Backes, coordenadora do CICV no Brasil, a entidade não recebe outros tipos de doações, como roupas, devido à dificuldade de enviá-las ao país. Ela diz que há uma equipe de ajuda emergencial da Cruz Vermelha saindo de Genebra com toneladas de doações e com equipes de médicos.
Para doar ao CICV, use a conta corrente abaixo:
Nome: Comitê Internacional da Cruz Vermelha
Banco: HSBC
Agência: 1276
CC: 14526-84
CNPJ: 04359688/0001-51
O Movimento Viva Rio informou que abriu uma conta para receber doações que serão usadas para compra de alimentos, água e medicamentos.
Presente desde 2004 no Haiti, o Viva Rio mantém uma equipe de mais de 400 pessoas trabalhando nos projetos, sendo nove brasileiros. Doações podem ser feitas na conta:
Nome: Movimento Viva Rio
Banco: Banco do Brasil
Agência: 1769-8
CC: 5113-6
CNPJ: 00343941/0001-28
O músico haitiano Wyclef Jean recebe doações para ajudar as vítimas do terremoto por meio de sua ONG, a Yelé Haiti. Para doar, acesse o site do Yelé Haiti, clique em "Donate", escolha o valor da doação e forneça os dados do seu cartão de crédito.
Informações sobre cidadãos brasileiros no Haiti podem ser obtidas no Núcleo de Assistência a Brasileiros do Itamaraty, nos telefones abaixo:
(61) 3411-8803
(61) 3411-8805
(61) 3411-8808
(61) 3411-8817
(61) 3411-9718
(61) 8197-2284
MMXM3 - fechando em 15.25 +7%

Um trade lindo, de livro, espetacular, parabéns a todos os comprados. O candle de hoje "marobozu" branco com esse volume muito forte e o IFR em 100 (megasobrecomprado) pode indicar topo (vejam o que ocorreu com MAGG3 2 pregões atrás), e aliado ao alto rendimento no papel (praticamente 3 reais desde a compra do blog) sugiro uma realização parcial para garantir o lucro de 23% no papel.
AGEN11 - monitorando os 90"
AGEN11 - "exprodiu"

Por isso que eu digo, alguns papéis ou você casa ou paga mais caro para divorciar e depois reatar. AGEN11, sem avisar ninguém sobe 20% cotado a 3,25. Papel vai buscando os 3.50 que rompido libera o papel para novas viagens interplanetárias.
MMXM3 e BBRK3 dando mais alegrias
12 de janeiro de 2010
LLXL3 - atenção a possível fundo ascendente
AGEN11
MILK11 - o que se passa?

MILK11, no gráfico de 60" o papel vai desenvolvendo em correção e tem suportes em 2,10, mais abaixo em 1,60 e 1,13, e para voltar a animar precisa vencer os 2.63 e mais acima os 3.55 aonde clarea de vez. Dado à enorme distância da cotações no diário para com a MM20 é provável que lateralize assim como vem fazendo AGEN11.
MMXM3 - renovando máxima do movimento
MMXM3
E eu dizia ontem...
11 de janeiro de 2010
MMXM3 - partindo para busca dos 17.70


MMXM3, com volume levemente acima da média e OBV acima dos 17 reais, o ativo conseguiu romper o této em 14,09 com abertura em rallye das bandas de bollinger, IFR e EL em elevação (com espaço para mais altas) e segue sem sinal de topo em qualquer tempo gráfico. Pela projeção de fibonacci desde o último fundo o ativo segue com projeção de objetivo na resistência em 17.70. Estope abaixo da mínima do dia para os que entraram atrasado para proteger de uma eventual realizada e para proteção de lucros para os que entraram com o blog lá nos 12,36.
MMXM3 - fazendo pivot de alta
Monitorando mercado
9 de janeiro de 2010
Balanço da primeira semana do ano: jóinha!

Se a primeira semana do ano foi positiva para o Ibovespa, que contou com uma valorização de 2.4%, o que dizer da primeira semana do ano do blog Meu Gráfico Amigo, que com MMXM3 rendeu 10,20%, com ABYA3 rendeu 18,34%, com MPXE3 rendeu 6,93% e finalmente com MILK11, num trade rápido, rendeu mais de 50%? Dá-lhe IMGA (índice MGA)! Belezura!
8 de janeiro de 2010
PLAS3 - em busca dos 5.15

PLAS3, um dos ativos mais atrasados da bolsa, após 8 meses de uma congestão que parecia interminável, conseguiu declarar novo pivot de alta no gráfico semanal com o maior volume de sua história e parte para os objetivos em 4,20, 4.90 e mais acima em 5.15 - retração de 61.8% de fibonacci desde o Topo Histórico - com um OBV mais do que otimista e um cenário animador para o setor de autopeças. Em se tratando de um ativo que alguns anos atrás saltou do patamar dos centavos para a casa dos 11 reais, vale a aposta.
PLAS3 - recuo no intraday e possibilidade de entrada
PLAS3
MILK11 - 60% "hoje"
MILK11 - objetivo em 2.66 atingido
PLAS3 - o rompimento mais esperado de todos os tempos
Trabalhos para 8 de janeiro
7 de janeiro de 2010
MILK11 - perspectivas


Após as sessões marcadas por enormes altas do ativo MILK11, alvo de especulações quanto a uma possível compra da empresa pela JBS (Friboi), muitos amigos me pediram uma análise gráfica que pudesse clarear panoramas e perspectivas para o ativo. A principal pergunta é: existe espaço para mais altas? A resposta é sim.
MILK11
AGEN11 - fortes altas precedidas de estreitamento das bandas de bollinger

Segue abaixo um breve histórico de como fortes movimentos de alta são precedidos
6 de janeiro de 2010
AGEN11

AGEN11, depois de mais um dia de baixo volume e pequena volatilidade a notícia é que as bandas de bollinger iniciaram no gráfico diário um estreitamento que clássicamente precede movimentos fortes. A coisa boa é que sem esse estreitamento fica difícil movimentos mais acelerados do ativo, e associado ao OBV subinte, dá aos comprados uma boa probabilidade de rompimento da congestão/flâmula para cima, dando sequência a manutenção da tendência de alta já que não temos qualquer sinal de topo ou reversão do movimento direcional. Se a tendência de um ativo que sobe é continuar subindo, a melhor coisa é esperar e não perder o bonde. Gatilhos para cima: 3,02/3,20. Para baixo: 2,55.
ABYA3
MMXM3
5 de janeiro de 2010
AGEN11

No pregão do dia 05/01 vimos o surgimento de um candle de indefinição dentro de uma área de congestão que vai dos 2.55 até os 3,02 e a tentativa de consolidação de um novo fundo ascendente, que ocorreria num fechamento acima dos 2,91, mas foi frustrada dada à pressão vendedora trazida pela LTB que vem desde o topo em 3,48. A situação de indefinição no curto prazo nada mais é do que um necessário período de acumulação que sirva de base firme para novos arranques para os alvos em 3,48 e 4,88, dando tempo para as médias móveis alcançarem novamente a cotação e darem apoio a tendência altista. Um fechamento acima dos 3.02 nos próximos pregões será o gatilho para um novo viés altista para o ativo.
AGEN11 - intraday 60"
AGEN11 - superando resistência em 2,91

AGEN11, papel vai superando resistência em 2,91, e querendo deixar fundo ascendente, parte agora para o rompimento dos 3,02, que vencido liberaria o papel para um teste na máxima anual na região de 3,50, com enrosco em 3,20. Papel muito forte com indicadores mais aliviados, pode estar pronto para um novo rallye.
4 de janeiro de 2010
MAGG3 - rompendo máxima anual
MMXM3

MMXM3, vai rompendo com personalidade a resistência em 12,56, forçando suas bandas para cima e dando viés de alta logo acima da última LTB da configuração altista de pá de ventilador no qual vinha desenvolvendo ao longos dos últimos meses. O OBV está otimista e já se encontra levemente acima da região de 12,80, e o ativo agora precisa vencer as resistências em 12,94 e 13,40 para avançar rumo aos 14,09, ao qual já vai atrasado. Abaixo dos 12 chama a dor de cabeça de novo.
Mercados
MMXM3 - evoluindo
MMX - comprar ou vender?
Por: Marcelo Rossi Poli
04/01/10 - 10h43
InfoMoney
SÃO PAULO – O primeiro Comprar ou Vender de 2010 mostra ao investidor os cinco papéis do Ibovespa que mais apresentaram valorização no ano que passou.
Nesta edição, um analista técnico e outro fundamentalista ponderam sobre o retrospecto e a perspectiva da ação que assumiu a ponta positiva do principal índice da bolsa em 2009: MMX (MMXM3).
MMXM3 - querendo
Ibovespa 60 minutos
Primeiro pregão de 2010
3 de janeiro de 2010
Recuperação deve perder ritmo e o futuro será um duplo mergulho
ESPECIAL PARA O PROJECT SYNDICATE
Vivemos um momento no qual a gama de incertezas que a economia mundial enfrenta é incomumente ampla. Acabamos de passar pela pior crise financeira desde a Segunda Guerra Mundial. As únicas comparações relevantes são a bolha imobiliária do Japão, que estourou em 1991 (e da qual o país asiático não se recuperou), e a Grande Depressão, dos anos 1930 -exceto que a atual crise foi quantitativamente muito maior e diferente em termos qualitativos.
Ao contrário da experiência japonesa, a atual crise envolveu o mundo inteiro, em lugar de ficar confinada a um único país. E, ao contrário da Grande Depressão, desta vez o sistema financeiro teve sua vida preservada por meios artificiais, em lugar de o seu colapso ter sido permitido.
De fato, a magnitude do problema atual é ainda maior que a da Grande Depressão. Em 1929, o crédito total em circulação nos EUA equivalia a 160% do PIB (Produto Interno Bruto) e subiu para 250%, em 1932. Em 2008, começamos em 365% -e esse cálculo deixa de fora o uso generalizado de derivativos, que não existiam nos anos 1930.
A despeito disso, os esforços artificiais de resgate funcionaram. Mal passado um ano da quebra do Lehman Brothers, os mercados financeiros se estabilizam, os mercados de ações se recuperaram e a economia demonstra sinais de retomada. As pessoas desejam retornar ao ritmo usual dos negócios e acreditar que o crash de 2008 tenha sido apenas um pesadelo. Infelizmente, a recuperação deve perder o pique e pode até ser seguida por uma segunda desaceleração econômica, embora eu não esteja seguro se esta ocorrerá neste ano ou em 2011. Minhas opiniões estão longe de únicas, mas contrariam o clima dominante.
Quanto mais durar a recuperação, mais gente acreditará que ela se perpetuará. No entanto, em meu juízo, isso é característico de situações muito distantes do equilíbrio, nas quais as percepções tendem a se distanciar da realidade.
Para complicar as coisas, essa disparidade de percepções funciona nos dois sentidos. A maioria das pessoas ainda não percebeu que a crise atual difere das anteriores e que chegamos ao final de uma era. Outros observadores, entre os quais me incluo, fracassaram em antecipar a dimensão da recuperação.
Em termos gerais, as autoridades financeiras internacionais conduziram a crise da mesma maneira que conduziram episódios anteriores: resgataram as instituições em risco de quebra e aplicaram medidas de estímulo monetário e fiscal. Mas essa crise foi muito maior, e as técnicas usuais não funcionaram. O fracasso do resgate ao Lehman Brothers [primeiro banco a quebrar] foi um evento histórico: os mercados financeiros efetivamente deixaram de funcionar. Isso significa que os governos tinham de efetivamente garantir que nenhuma outra instituição, cujo colapso pudesse colocar o sistema em risco, enfrentasse risco de quebra. Foi então que a crise se espalhou à periferia da economia mundial, porque os países da periferia não eram capazes de oferecer garantias igualmente confiáveis. A Europa Oriental foi a principal vítima. Os países em posição central usaram os fortes balanços de seus bancos centrais para injetar dinheiro no sistema e garantir os passivos dos bancos comerciais, enquanto os governos se envolveram em gastos sustentados por deficit para estimular a economia, em escala sem precedentes.
Mas a crescente crença de que o sistema financeiro conseguiu escapar ao colapso e que estamos retornando lentamente aos costumes usuais dos negócios é um sério erro de interpretação, no que tange à situação atual. Depois de quebrado, Humpty Dumpty [o personagem em forma de ovo da obra de Lewis Carroll, autor de "Alice no País das Maravilhas"] não pode ser remontado.
A globalização dos mercados financeiros, que ocorreu desde os anos 80, permitiu que o capital financeiro se movesse livremente pelo mundo, tornando difícil sua tributação ou regulamentação. Isso colocou o capital financeiro em posição privilegiada: os governos precisavam prestar mais atenção aos requisitos do capital internacional do que às aspirações de seus povos. Os países encontraram dificuldades para resistir isoladamente a essa tendência. Mas o sistema financeiro mundial que emergiu do processo era fundamentalmente instável, porque construído sobre a falsa premissa de que é possível permitir que os mercados financeiros patrulhem a si mesmos. Foi essa a causa do colapso, e é por isso que não poderemos remontá-lo na forma que tinha.
Mercados mundiais precisam de regulamentação mundial, mas a regulamentação em vigor tem por raiz o princípio da soberania nacional. Existem alguns acordos internacionais, como os Acordos de Basileia sobre capitalização de bancos, e a cooperação entre as autoridades regulatórias dos mercados é boa. Mas a fonte de autoridade é sempre o Estado soberano. Isso significa que não basta reiniciar um mecanismo que deixou de funcionar. Teremos de criar um mecanismo regulatório que nunca existiu. Na situação atual, o sistema financeiro de cada país está sendo sustentado e apoiado pelo governo desse país. Mas os governos têm suas próprias economias como preocupação primária. Isso resulta no chamado protecionismo financeiro, que ameaça perturbar e talvez destruir os mercados financeiros mundiais. As autoridades regulatórias britânicas jamais voltarão a confiar nas islandesas, e os países da Europa Oriental relutarão em continuar dependentes de bancos sob controle estrangeiro.
Assim, a regulamentação precisa ganhar escopo internacional. De outra forma, os mercados financeiros serão destruídos pela arbitragem entre diferentes sistemas regulatórios. Empresas irão se transferir a países nos quais o clima regulatório é mais ameno, expondo outras nações a riscos que estas não podem correr.
A globalização teve sucesso porque forçou os países a remover regulamentações, mas o processo não funciona em sentido reverso. Será difícil conseguir que os países concordem quanto a uma regulamentação uniforme. Países diferentes têm interesses diferentes, o que os propele a soluções diferentes. Isso pode ser visto na Europa, onde os membros da União Europeia não conseguem chegar a um acordo mútuo sobre um conjunto uniforme de regras financeiras. Como poderia o resto do mundo, então?
Nos anos 30, o protecionismo comercial tornou uma situação que já era ruim ainda pior. Na economia globalizada atual, a ascensão do protecionismo financeiro constitui perigo ainda maior.
"O sistema financeiro mundial que emergiu do processo [de globalização dos mercados financeiros] era fundamentalmente instável, porque construído sobre a falsa premissa de que é possível permitir que os mercados financeiros patrulhem a si mesmos. Foi essa a causa do colapso, e é por isso que não poderemos remontá-lo na forma que tinha"
GEORGE SOROS é presidente do conselho da Soros Fund Management e presidente do Open Society Institute. Seu mais recente livro é "The Crash of 2008".
Tradução de PAULO MIGLIACCI































