11 de maio de 2010

USIM5


Trabalhando dentro dessa área de congestão no intraday, papel tá quase azulando em dia de queda no Ibovespa. Bom ficar de olho, um rompimento acima da máxima de ontem, em 53.20 dá uma bela entrada com estope na mínima de hoje.

10 de maio de 2010

Fechamento do dia

Atingiu o objetivo do OCO que era a figura clara de venda, deixou martelo quinta e sexta-feira, e confirmou com grande gap(por isso nos meus cursos falo que o martelo é o melhor candle de antecipar a confirmação). Esse gap ganhou importância como suporte, divisor e até stop pra muitos ativos, mas não acho que por causa dele o mercado não pode andar sem fecha-lo e etc., apenas um ponto forte de suporte. Já testamos uma resistência em 65.900/66.000 e estamos perto de outra em 68.000(principal, o neck line do OCO que perdeu semana passada). Então agora ainda ta difícil tomar decisões acho que o mercado ainda terá volatilidade antes de desenhar algo mais claro pra cima ou pra baixo; se pra baixo a figura teria suporte em 61000 e objetivo em 55000, pra cima ainda tem que desenhar ainda não montou nenhum pivot. Pra onde vai, realmente não sei, e seria chute dizer, tenho leve inclinação pra cima, mas leve, vamos ver o que configura daqui pra frente.

Fernando Góes – Analista gráfico

OGXP3

Rompendo máxima atrás de máxima, caminha para um fechamento na máxima, possível ter alguma notícia aí. Olho vivo.

Olho no dólar e cuidado com a festa


Martelando acima da MM20 no diário, se fechar assim pode acusar compra de dólar e venda de bolsa, muito cuidado com compras nessa forte alta de hoje, que pode se revelar um belo repique de alta dentro de uma já estabelecida tendência de baixa e uma boa arapuca dos ursos de plantão.

Europa em alta forte


Por aqui deveremos ter um dia forte de alta, mas todo cuidado é pouco. A volatilidade sempre é sinal de mudança de tendência, e ademais, me lembro bem que na crise de 2008 essas notícias de ajudas sempre eram motivo de forte repique, de mais de 10% com posteriores depressões ainda mais fortes. Para quem ficou de fora, fica a minha dica de sempre: esperar a máxima e a mínima da primeira hora e para onde romper, operar a favor da tendência do dia.

9 de maio de 2010

Um gigantesco plano de socorro de 750 bilhões de euros para ajudar a zona do euro

Apenas um breve comentário: Minha única questão com esse fundo de quase 1 trilhão para qualquer país da zona do euro com problemas, é que deixaram bem claro ao mundo que a possibilidade de bancarrota de outros países que não a Grécia era real e que o buraco era realmente bem mais embaixo. Caso contrário o valor não seria tão exorbitante. Além disso, quem garante que a UE, que pode fazer tais empréstimos por ser AAA em rating, continuará com a mesma nota de rating após o fazê-lo? Não se trataria afinal de contas de uma grande pirâmide, aonde a base quebrada empresta para o topo falido, pois querendo ou não, o dinheiro não sai do mesmo lugar? Será que não estão apenas ganhando tempo e usando as últimas balas disponíveis para uma guerra já derrotada? Tomara que não. Olho vivo.


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http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/05/um-gigantesco-plano-de-socorro-de-750-bilhoes-de-euros-para-ajudar-a-zona-do-euro.html

Os países da UE chegaram a um acordo sobre a adoção de um plano de socorro histórico que pode chegar a 750 bilhões de euros para ajudar os países da zona do euro caso seja necessário e para pôr fim a uma crise financeira que se estende perigosamente.

Este plano sem precedentes na história recente para um programa de apoio financeiro inclui empréstimos e garantias dos países da zona do euro, além de empréstimos dos Fundo Monetário Internacional.

Ele foi decidido na madrugada de domingo para segunda-feira, depois de mais de onze horas de negociações em Bruxelas entre os ministros europeus das Finanças, convocados de urgência.

A ajuda terá 60 bilhões em empréstimos concedidos pela Comissão Europeia e 440 bilhões de euros em empréstimos ou garantias dos países da zona do euro, ou seja, um total de 500 bilhões, anunciou à imprensa a ministra espanhola da Economia, Elena Salgado.

O Fundo Monetário Internacional concederá também uma contribuição em empréstimos de até 250 bilhões de euros, indicou ela, depois de ter mencionado anteriormente o valor de 220 bilhões.

Em um comunicado, o Banco Central Europeu (BCE) indicou que vai "realizar intervenções nos mercados de obrigações privado e público da zona do euro" com o objetivo de pôr fim aos problemas constatados.

Ele não detalhou imediatamente de que forma isso será feito.

O BCE também anunciou medidas para enfrentar as dificuldades dos bancos da zona do euro em se alimentar de dólares, facilitando seu abastecimento.

Para conseguir isso, uma ação concertada do BCE e dos bancos centrais de Estados Unidos, Canadá, Inglaterra e Suíça foi estabelecida, por meio da reativação de mecanismos de troca (swap) de divisas para permitir à zona do euro obter dólares com mais facilidade.

Os ministros travaram ao longo do dia e à noite uma corrida contra o relógio para encontrar uma solução confiável antes da abertura dos mercados da Ásia, no momento em que a crise grega ameaça afetar outros países da zona do euro, como Portugal e Espanha.

Esses dois países se comprometeram a "acelerar" em 2010 e em 2011 seus planos de redução do déficit público e anunciarão medidas significativas o mais rápido possível para acalmar os mercados, anunciou Salgado.

A origem da tempestade está no nível de déficit muito elevado de vários países atingidos pela crise financeira e econômica, o que gera dúvidas a respeito de sua capacidade de pagar suas dívidas.

As primeiras reações foram positivas. O euro saltou nas primeiras transações em Tóquio superando 1,29 dólar.

O programa será utilizado "apenas em caso de necessidade", disse o comissário europeu de Assuntos Econômicos, Olli Rehn. Ele indicou que a concessão des empréstimos estará associada "a condições rigorosas" que deverão ser respeitadas pelos países.

"É muito parecido com o sistema estabelecido para a Grécia", que recebeu 110 bilhões de euros em empréstimos em três anos, 80 bilhões de euros pelos parceiros da Grécia na zona do euro e o restante pelo FMI, que aprovou no domingo a sua contribuição para este país, segundo uma fonte diplomática.

A Europa não pode se permitir mais uma vez "decepcionar os mercados" depois de ter causado turbulências nos últimos meses por ajudar uma Grécia enfraquecida, considerou o ministro sueco das Finanças, Anders Borg.

Ele pediu também um combate às "hordas" de especuladores que se comportam como "uma alcateia de lobos".

A Comissão Europeia havia proposto em um primeiro momento empréstimos da União Europeia garantidos pelos 27 Estados da UE, e pretendia criar um sistema com montantes "ilimitados", segundo um diplomata.

Mas a ideia foi abandonada por causa da recusa alemã.

A UE estava sob pressão porque a crise estava prestes a ganhar uma dimensão internacional com os riscos de contágio.

O presidente americano Barack Obama havia pedido no domingo à chanceler alemã Angela Merkel que adotasse "medidas enérgicas para recuperar a confiança dos mercados", indicou a Casa Branca.

Comentário de Leandro da Leandro&Stormer

IBOV: Durante a última semana o mercado apresentou um fortíssimo movimento negativo, confirmando a nossa percepção de sinais baixistas que se acumularam desde a formação do topo de 72 mil pontos e do pivot de baixa na perda dos 70500.

Na quinta, o mercado americano apresentou uma forte concentração de venda. Uma falha no sistema de negociação acabou acelerando o movimento de baixa e trouxe pânico para os mercados. Ao contrário do que foi noticiado, o problema não ocorreu por conta de uma ou algumas ordens enviadas com volumes alterados. Tomando como base a entrevista do CEO da NYSE, está em uso um sistema que desacelera o envio de ordens em momentos de maior movimento dos preços. A diminuição da liquidez num momento de influxo de ordens de venda acabou gerando o pânico e queima de posições a qualquer preço. Apesar do CEO ter defendido o sistema na entrevista, é evidente que o sistema falhou no seu objetivo de diminuir a volatilidade do mercado. Provavelmente esse sistema foi criado por alguém que não entende a dinâmica dos preços.

De qualquer forma, a falha foi gerada por uma grande pressão vendedora, e não o contrário como foi noticiado. Podemos tirar como conclusão que o mercado é vendedor, apesar do clímax de venda ter gerado um possível fundo no curtíssimo prazo e uma recuperação ser provável nessa periodicidade, a tendência para o prazo maior é baixista.

Depois da longa recuperação desde o fundo de 30 mil pontos no final de 2008, o mercado apresenta espaço para correções maiores. Um suporte importante na faixa de 60 mil pontos passou a ser testado desde quinta-feira. Esse fato somado ao estado sobre-vendido sugere alguma pressão compradora nos próximos dias. A perda de 60 mil pontos em algum momento abriria espaço para mais quedas.

Nesse cenário, busco por trades contra-tendência, com controle de risco mais apertado. O mercado sobre-vendido dificulta a entrada em vendas para swing-trade no momento, por isso concentro as estratégias de venda para o intra-day, o que pode ser feito apenas por traders full-time. Aguardo alguma acomodação nos preços para pensar em vendas de swing novamente.

O cenário de maior volatilidade requer alguns cuidados, como trabalhar com stops mais longos, assim como os objetivos de realização, o que acaba reduzindo o tamanho das posições. Também fujo de papéis de menor liquidez, pois nos momentos de pânico as melhores ofertas nesse tipo de papel podem apresentar um grande spread. Esse não é o momento para ser agressivo no mercado

Países ricos carregam dívida de US$ 43 trilhões

Nunca em tempos de paz governos somaram déficits públicos tão grandes quanto o que
será registrado em 2010. Dados das dívidas nacionais dos 30 países industrializados indicam que o rombo nas contas chegam a US$ 43 trilhões, a maior já contabilizada por qualquer entidade internacional em qualquer momento da história.

http://economia.ig.com.br/paises+ricos+carregam+divida+de+us+43+trilhoes/n1237614545643.html

7 de maio de 2010

OSXB3




OSXB3, a "empresa" de estaleiros da OGXP3. No gráfico mensal vemos que ela já perdeu quase metade do valor desde o preço inicial de sua IPO. É por essas e outras que respeito muito a máxima de que "nada ficou tão barato que não possa ficar mais barato ainda".


Fechamento da semana inicial de maio

Semana conturbada para os investidores nos mercados globais. Ibovespa, que já demonstrava extrema falta de força para dar sequência à tendência de alta acima dos 70 mil pontos, provou que para o nosso mercado a gravidade está bem mais pesada. Apesar disso vemos que tanto no gráfico semanal quando no gráfico diário a bolsa já ficou, por assim dizer, "barata demais", especialmente quando vemos o grande afastamento da média móvel de 20 períodos e os níveis de sobrevenda; é altamente provável que as quedas parem no curtíssimo prazo dado a péssima relação risco/ benefício para esse tipo de operação na ponta vendedora. Espera-se algum repique para a próxima semana, aonde operações na ponta compradora serão mais fáceis de trabalhar e até de identificar, e então, com o mercado sobrecomprado e em região de resistência pensaremos em boas vendas com papéis alugados. Pensando em papel para vender olhando o semanal: FIBR3, ACGU3, ambos com figuras de "M" rompidas com fortes divergências de baixa, chamam muito mais queda. Perderam importantes fundos no prazo semanal e estão querendo derreter muito mais: MMXM3, LLXL3. Olho vivo.

Gravidade pesando mais

Mercados se dirigem para um fechamento perto da mínima semanal, e deixando um cenário muito feio no curto prazo. Quem quer ficar comprado num fim de semana aonde algum país pode quebrar? Quem sabe segunda feira, no rompimento das máximas de hoje, possa surgir um ânimo na compra. Monitorando do camarote.

Mercado em choque

Valor Econômico, 7 de maio de 2010.

O investidor deve se preparar para um novo período de instabilidade e fortes emoções. Ontem foi o melhor exemplo de como apenas os que tiverem nervos de aço devem se arriscar a acompanhar os mercados e seus choques no dia a dia. Ao ver o índice Dow Jones cair 9,16%, mesmo que por alguns minutos, até os mais experientes executivos de mercado não conseguiam esconder o espanto.

A queda de ontem teria sido agravada por um o erro de digitação em uma operação de venda de ações no mercado americano - bilhões no lugar de milhões de papéis -, o que teria provocado uma reação em cadeia de ordens de venda via computador. Mas, mesmo sem isso, a perda já teria sido expressiva, como mostraram os fechamentos dos índices mundiais.
Foto Destaque

A questão é que há mais problemas para atormentar o mercado por um bom tempo. E não apenas a bolsa: juros e câmbio também. O dólar comercial fechou ontem a R$ 1,849 na venda, alta de 2,84% no dia e de 6,08% no ano. O Ibovespa caiu 2,31% no dia, para 63.414 pontos, acumulando perda de 7,54% em 2010. A tendência, dizem analistas, é de a bolsa continuar em níveis mais modestos e o dólar em alta por um período mais longo. Até ativos fora de moda, como o ouro, ganharam destaque no meio da incerteza. Ontem o grama do metal na BM&FBovespa subiu 5,40%, ampliando o ganho no ano para 19,34%.

As oscilações de ontem mostram o perigo dos sistemas eletrônicos na bolsa, diz um analista de mercado que pediu para não ser citado. "Mas isso não aconteceu do nada, o mercado já estava caindo, nervoso com risco para a Europa e isso levou a um acúmulo de ordens de venda e teria havido uma errada", diz. No Brasil, afirma, isso dificilmente aconteceria porque há limites de oscilação a partir dos quais os negócios param e a ação entra em leilão. Para os papéis que fazem parte das carteiras dos índices, esse limite é de 3%. Nos demais, é de 10% de queda.

Entre outros fatores que ajudaram a derrubar o mercado estariam as declarações do presidente do BC Europeu dizendo que não previa nova ajuda aos bancos da região e a reforma do sistema bancário americano, com a criação de novas taxas para as instituições.

O que está garantido é muita volatilidade daqui para frente, diz Marcelo Cabral, sócio e gestor da Neo Investimentos. "Talvez alguma autoridade fale algo amanhã e e tranquilize o mercado acenando com mais intervenções de ajuda, o que pode fazer as bolsas darem uma pancada para cima", diz. "As autoridades vão lutar para tentar segurar os ânimos, mas é preciso entender que o que está acontecendo não é um evento isolado, da crise da Grécia, nem pontual, é de longo prazo", diz.

Por conta disso, os gestores estão agindo com bastante cautela, evitando até as operações de curtíssimo prazo, em que compravam determinado ativo que caía para vender poucas horas depois. "Agora a ordem é reduzir os riscos, proteger o capital", afirma. A pressa em reduzir os riscos foi também um dos motivos da forte queda de ontem. "Houve muita venda de ativos, muita zeragem, incluindo nas operações de carry trade (venda de iene e compra de dólar ou outras moedas com juro mais alto)."

Para ele, vai ser difícil o Índice Bovespa voltar para os 70 mil pontos. "Essa turbulência é o reconhecimento de uma situação insustentável que o mercado ignorava, que é o subprime da dívida soberana dos governos".

Segundo Cabral, outros países já tiveram seus papéis fortemente afetados ontem, e isso deve continuar. "O que ocorreu foi que a crise de 2007 e 2008, das dívidas das pessoas, empresas e bancos, foi transferida para os governos, que se endividaram para socorrer todo mundo", diz o gestor. "A situação dos países desenvolvidos é muito parecida, só não se sabe se isso vai estourar este ano ou em 2011 ou 2012", diz.

A rapidez do movimento é o que mais surpreendeu, diz Rogério Bastos, sócio da FinPlan Consultoria e Gestão de Investimentos. "Em cerca de 15 minutos, o Dow Jones flutuou entre entre queda de 3% e 9%", diz ele, lembrando que movimentação similar ocorreu apenas na crise de 1987.

Segundo Bastos, o investidor que fez análise de seu perfil de risco e montou criteriosamente a carteira de investimentos deve manter a calma e não mexer em suas aplicações. O especulador deveria saber o que comprar, mas é um jogo arriscado, já que nada impede que a bolsa caia mais nos próximos dias e semanas. E a bolsa não está uma pechincha, como no ano passado, nos 30 mil pontos. "A gente está no meio de um movimento que é muito forte e perigoso, o mar não está para nadador amador", afirma Bastos.

Também não há pechinchas no mercado de câmbio. Não dá para dizer que o dólar entrou numa trajetória de alta capaz de proporcionar ganhos superiores a renda fixa. Tampouco espera-se que haja uma volta dos investidores ao real no curto prazo.

A crise na Europa também turva o horizonte no mercado de juros. O Banco Central (BC) subiu a Selic exclusivamente de olho na inflação, diz Bastos, mas a perspectiva de crescimento global menor pode respingar no Brasil afetando as expectativas de inflação e encurtando o ajuste . Isso levaria o juros a subir menos do que o esperado na abertura do ciclo de aperto.

É cedo para comprar bolsa, diz Alexandre Espírito Santo, da Way Investimentos, que vê o Ibovespa em trajetória de queda, com piso em 55 mil pontos. Ele recomenda que o investidor mantenha entre 20% e 30% do patrimônio aplicado em ouro, tradicional refúgio em momentos de crise. "É uma boa estratégia de diversificação para um período de grande instabilidade", afirma.

Em moedas, a recomendação é comprar dólar quando a taxa de câmbio estiver perto de R$ 1,80. O déficit em transações correntes, aliado ao menor apetite por emergentes, devem dar fôlego à moeda americana.

Espírito Santo acredita que o Banco Central não vai reduzir a extensão do aperto monetário em razão da crise grega. A atividade no Brasil não deve ser afetada como no fim de 2008, quando secaram as linhas de crédito para os bancos nacionais. O momento é de manter apostas pós-fixadas no mercado de juros.

Para o analista, o mercado estava surfando nos indicadores da economia americana em balanços positivos, sem dar a devida importância ao problema na Europa, cuja economia pode soçobrar com a crise das dívidas soberanas.

6 de maio de 2010

Queda de ações nos EUA acende luz vermelha sobre algoritmos

Em Quinta-feira 6/5/2010, às 20:06
Por Mattew Goldstein

NOVA YORK (Reuters) - Uma queda exorbitante de quase 1.000 pontos do índice Dow Jones nesta quinta-feira, maior colapso na pontuação já registrada durante os negócios, provocou pedidos de sanção contra as negociações de alta frequência por meio de computadores.
A desvalorização pode ter sido detonada por um erro em transações. Os principais índices acionários se recuperaram do tombo de 9 por cento e fecharam em queda ao redor de 3 por cento.
Mas as vendas abruptas ampliaram as preocupações de que os reguladores podem rapidamente perder o controle dos mercados num mundo de negociações algorítmicas.
"O potencial de computadores ultravelozes gerarem falsos negócios e criarem um caos no mercado está de volta", disse o senador Edward Kaufman por meio de um comunicado.
"A batalha dos algoritmos --não compreendida nem remotamente transparente para a Securities and Exchange Commission-- precisa simplesmente ser cuidadosamente revisada."
Kaufman e o senador Mark Warner --ambos democratas-- disseram que o Congresso precisa investigar as causas da queda do mercado, que no pior momento tirou quase 1 trilhão de dólares do valor das ações.

http://br.finance.yahoo.com/noticias/Queda-de-aes-nos-EUA-acende-lu-rbr-3533474094.html?x=0

THE MOST EXCITING MOMENT IN CNBC HISTORY: Jim Cramer Saves The Market

Vejam a volatilidade ao vivo das ações da Procter nos EUA, de –35% para –5% em segundos.

http://www.businessinsider.com/the-most-exciting-moment-in-street-signs-history-jim-cramer-saves-the-market-2010-5

Pânico



Mercado americano aprova uma lei para regulamentação do mercado financeiro e gera um forte pânico nos mercados...quem estava no Home Broker viu várias blue chips despencando até 12% e o prório Ibovespa caindo 6% em 60 mil pontos, como na crise de 2008. Isso é sem dúvida um forte sinal de mudança de rumo dos mercados e que deve ser encarado com seriedade por todos os operadores. Momento é de calma e de cautela.

Mercado

TELB4, subiu no boato, derrete agora no fato. Espero que quem estava de fora tenha seguido meu conselho de ontem na abertura: que não fizesse nada e esperasse a primeira hora de pregão para ver que lado operar. Quem seguiu, vendeu no rompimento de suporte e está no lucro de queda até aqui. Não tem compra agora.

GGBR4, segue forte mas precisa do Ibovespa e do Dow Jones para seguir o arranque. De olho nessa Grécia. Bom dia a todos

5 de maio de 2010

GGBR4 - tentadora


Se segurando acima da MM200 no diário, bem sobrevendida, com espaço para um repique até os 28.50, inicialmente. No intraday vai formando fundo ascendente, interessante.

FIBR3 - estou de olho



Em região de suporte forte, com IFR 14 muito sobrevendido, IFR 2 abaixo de 5, e no intraday com divergência de alta pelos fundos do IFR. Um trader agressivo entra na compra com estope na mínima de hoje, um trader mais conservador espera amanhã romper a máxima de hoje. Target na região da MM21 por volta de 37 reais.

TELB4 + 35% na abertura


Para quem ficou de fora, recomendo não fazer nada na primeira hora de negociação e usar o setup da ilha: marcar a máxima e a mínima da primeira hora e para onde romper em seguida operar na direção das cotações, rompendo a resistência na compra ou furando abaixo o suporte na venda. Mas o fato é que o papel tem muito chão pela frente e em breve veremos ele na composição do ibovespa, junto de outras blue-chips como pede uma boa estatal. Parabéns para quem estava comprado. Objetivo inicial em 3.15.

4 de maio de 2010

Fato Relevante: Telebrás reativada

E agora, sobe no boato e cai no fato? Nem sempre. IGBR3 quando saiu o fato relevante da reativação abriu com gap de 21% e fechou com uma valorização de 98%. Simplesmente não dá para saber o que acontecerá, mas é bem possível que o papel rompa os 3.15 e siga com alguma euforia por alguns dias, até que fique claro para o mercado o real potencial de valorização do ativo. E viva o ex-mico!


Plano de banda larga é fechado. Telebrás será a gestora. Imprimir E-mail
Por Lúcia Berbert
04 de May de 2010
O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) foi fechado hoje à noite, em reunião realizada na Casa Civil com vários ministros. O anúncio será feito nesta quarta-feira (5), em coletiva à imprensa às 11hs. A única confirmação foi a escolha da Telebrás para gerir a rede pública de fibras óticas, inclusive com atribuição para prestar o serviço de conexão à internet ao usuário final, em localidades onde não há oferta.

A estatal divulgou fato relevante na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) informando que, tendo em vista decisão governamental, irá integrará o Programa Nacional de Banda Larga - PNBL. Nesse sentido, caberá à empresa implementar a rede privativa de comunicação da Administração Pública Federal; prestar apoio e suporte a políticas públicas de conexão à Internet em banda larga para universidades, centros de pesquisa, escolas, hospitais, postos de atendimento, telecentros comunitários e outros pontos de interesse público; prover infraestrutura e redes de suporte a serviços de telecomunicações prestados por empresas privadas, Estados, Distrito Federal, Municípios e entidades sem fins lucrativos; e prestar serviço de conexão à internet em banda larga para usuários finais, apenas e tão somente em localidades onde inexista oferta adequada daqueles serviços.