22 de julho de 2011

MNDL4 - sinais já denunciavam a derrocada de 80% em 3 dias

É lógico que pelo retrovisor tudo fica mais claro, mas além do sinal absurdo de afastamento das médias móveis, a divergência das cotações da MNDL4 com relação ao seu volume foi gritante. É premissa básica de que volume confirma movimento. Quando vemos uma acentuação de um movimento com queda de volume financeiro fica evidente o processo de distribuição daquele dinheiro esperto que acumulou em preços que a ninguém interessava, e que agora deseja vender para os amadores de plantão. No momento, MNDL4 negociado na casa dos centavos, a 0.96. Pelos fóruns por aí, ADVFN entre outros, o número de pessoas que narram prejuizos na casa de 200, 300, 400 mil é inacreditável. Expulsos do mercado pela ganância e pela ingenuidade. Triste demais. Mas tudo na vida tem jeito, esse que vos fala também já cometeu erros estúpidos, provavelmente todos os erros possíveis de se cometer, quebrou, mas com disciplina, estudo e paciência deu a volta por cima. Erros só são trágicos se não se aprende com eles.

RPMG3, já caminha para 11% de lucro: 1.09

Excelente trade em tempos magros do mercado. Parabéns para quem foi.

RPMG3, já temos 7% de lucro!

Se algum leitor entrou na RPMG3 ontem a 0.97 comigo, aviso que estou realizando parcialmente a posição a 1.03 com 7% de lucro. O restante sigo com o mesmo estope lá nos 0.92 e já fico sem risco na operação.

É bom estar de volta : )

21 de julho de 2011

A Realidade sobre Mundial - vídeo educativo do grande Bastter Kwan

RPMG3 - deu minha entrada

RPMG3, acionou minha entrada com o rompimento dos 0.97, aonde coloco estope loss em 0.92. O target mais evidente é a resistência e TH em 1.13, que se passado, liberaria o papel para novas máximas aonde vislumbro as regiões de 1.50 e 2 reais. Se vai, é outro assunto. Vamos ver do que ela é capaz.

Manguinhos - RPMG3


RPMG3, passando a máxima do dia, em 0.97 capaz de dar pipoco em direção ao último topo em 1.12 em plena onda 3. Passando 1.13 é TH. Interessante. Mesmo com correção papel se segurou bem nas médias. Se passar os 0.97 faço uma entrada com estope curto, em 0.92. Capital reduzido e ajuste de risco escrupuloso.

Promoção Peixe Urbano: MNDL4 75% OFF!


Leilão de MNDL4 acusa mais uma quedinha de 50%, a 1,30.
Ontem estava 5.20. Hoje, 1.30. Nem o Peixe Urbano faz igual: 75% de queda em menos de 24 horas.

Tenho certeza de que numa hora dessas, em alguns fóruns da ADVFN, a sardinhada clama assim:
"Tirem as ordens de venda! Vamos mostrar quem tem mão de ferro!"
"Não entrego barato! Só vendo por 10 reais!"
"Estão manipulando o pregão, bandidos, deveriam ir presos!"
"Agora vou fazer um preço médio, e aguardar mais alguns anos que certamente saio no lucro!"

É triste, mas é a natureza da euforia e do pânico.

20 de julho de 2011

Uma nova bolha "mundial"



Após uma alta espetacular, uma queda ainda mais incrível. Num único candle, num único pregão, um recuo de 50%, apagando quase 7 dias de ganhos que juntos somavam mais de 100%. O que valia 1, agora vale 0,5. Essa é a natureza bipolar, maníaco depressivo da bolsa de valores, resumidos aqui numa única ação e de forma tão expressiva.

Mas na realidade, apenas vimos chegar o boleto do banco pra pagar a farra. O papel voltou até a média dos últimos 20 pregões, em 2.50. Nem dá para dizer que foi um retorno exagerado, pois é chavão do mercado que tudo que estica demais, tende a voltar as médias. Para cima ou para baixo, as médias sempre atraem as cotações de volta, como um aviso de que a realidade precisa ser respeitada. E foi novamente. Ainda que até ontem alguns indicadores ditos "populares" como relação PL, VPA, Ebtida e lucro por ação eram ridicularizados quando aplicados a MNDL4 - dada a enorme euforia do mercado para com o ativo - e a ordem do dia era "follow the market, just buy", "don't ask, just buy", hoje a realidade deu seu puxão e mostrou que no fundo no fundo, ilude-se quem quer, como quer e quando quer desde que o lucro fácil e a ganância seja sempre o norte que se procura. Não foi a primeira e nem a última vez que esses estragos acontecerão no nosso mercado. Quem conseguiu lucrar e teve a prudência de colocar no bolso, ainda que não aproveitando ao máximo o movimento, parabéns. Aos que perderam dinheiro, fica como o custo que a Universidade da Bolsa cobra invariávelmente de todos os seus aprendizes. Que lições sejam tiradas, estratégias sejam montadas e que a volta por cima venha no seu tempo, sem desespero.

Ser corajoso quando todos tem medo e ter medo quando todos tem coragem, segue uma vez mais sendo o melhor conselho que o maior holder de todos os tempos, Warren Buffet, poderia deixar para nós que vivemos e participamos de momentos como este.

12 de julho de 2011

Atualização: E a recomendação de compra do Sardenberg?





Dando sequência ao monitoramento da recomendação de compra das ações da Usiminas pelo âncora da CBN, o Sardenberg, já vamos caminhando, desde o dia em que essas ações foram classificadas como "baratas" em seu programa de economia, para quase 20% de prejuízo na mão dos seus ouvintes inocentes. Provavelmente se alguma dessas vítimas ousar reclamar, ouvirá um sereno "mas na bolsa você não pode ter pressa". É a realidade mostrando do que a ignorância é feita.
Clique aqui e leia o meu primeiro post dedicado a esse absurdo financeiro.

16 de junho de 2011

Ué, não tava barato Sardenberg?


Olha o que dá comprar ações baseado na opinião mega especializada de irresponsáveis da imprensa brasileira como o âncora da CBN, o Sardenberg: prejuízo. Bolsa é desenhada para poucos ganharem dinheiro e muitos perderem, e para estar nesse segundo grupo basta seguir a estrada da chutometria e da ignorância, já tão desbravada por despreparados metidos a investidores como este âncora em particular. Deveria ser processado.

Leia meu comentário anterior aqui.

9 de junho de 2011

Márcio Noronha acaba com o mito da influência das notícias nas ações

Recomendo vivamente a vídeo-palestra do bastião da análise técnica no Brasil, Márcio Noronha, sobre o mito da influência das notícias sobre o valor das ações na bolsa de valores. Particularmente, a partir dos 23 minutos os argumentos do Márcio Noronha se tornam praticamente irrefutáveis e dão uma verdadeira lição a milhares de investidores de como em bolsa de valores não tratamos com lógicas de causa e efeito, mas com lógicas de um jogo feito para tirar dinheiro dos mais inocentes e colocar na mão dos mais experientes.

8 de junho de 2011

Melhor gestor dos EUA prevê novo crash nas bolsas

Para Bob Rodriguez, gestor do fundo de ações americano com o maior rendimento nos últimos 25 anos, investidor deveria começar a reduzir desde já o risco de seu portfólio


Bolsa de Nova York: gestor do fundo de ações mais rentável dos EUA vê risco de novo crash


São Paulo – O gestor de fundos de ações que obteve a maior rentabilidade nos Estados Unidos nos últimos 25 anos acredita que as bolsas podem sofrer um novo "crash" se o governo americano não começar em breve a reduzir o déficit público e o elevado endividamento. Em entrevista à revista Fortune <http://finance.fortune.cnn.com/2011/06/06/bob-rodriguez-the-man-who-sees-disaster/> , Bob Rodriguez, responsável pela gestão de 16 bilhões de dólares na First Pacific Advisors, diz que "em dois a cinco anos" o mundo pode ter uma crise "de magnitude igual ou maior" que a de 2008.
Quem ouve o que Rodriguez diz costuma ganhar dinheiro. Seu fundo de ações, o FPA Capital, obteve um rendimento anual de 15% nos últimos 25 anos, o maior dos EUA no período. Já o FPA New Income, que investe em bônus e títulos de renda fixa, nunca registrou uma perda anual. Em geral, Rodriguez consegue obter retornos maiores que seus concorrentes devido a sua capacidade de antever crises.

Antes de 2008, ele avisou que o mercado americano de hipotecas estava prestes a explodir. Já na década de 1990, alertou investidores que a bolha da internet não duraria muito. Em ambos os casos, acertou na mosca e ganhou notoriedade na mídia americana. O jornal "Wall Street Journal" já lhe chamou de "um dos profetas do Apocalipse que acertou".

Para quem acha que Rodriguez prevê uma crise ao mesmo tempo em que aproveita para comprar ações e lucrar na bolsa, aqui vai um alerta. O gestor costuma fechar seus fundos para novas captações sempre que acredita que não há nada interessante para ser comprado. Ele é o típico cara que está mais disposto a perder clientes do que dinheiro. Tanto que seus fundos estão fechados a novos investimentos neste momento.

O fundo de ações FPA Capital costuma ter um portfólio bastante concentrado em apenas 30 diferentes ações. Assim como costumavam ensinar Benjamin Graham ou Warren Buffett, Rodriguez sempre adotou a estratégia de comprar ações em momentos em que os preços estão interessantes para só revendê-las anos depois, num mercado de alta.

A seleção das ações é disciplinada. Na década de 1990, Rodriguez não gostava das ações do setor de internet – que, à época, não paravam de subir – porque temia que os papéis nunca justificassem os altos múltiplos em que eram negociados. Ele chegou a dizer que as ações de internet eram só uma "especulação mascarada de investimento" e começou a limá-las de seu portfólio. Muitos clientes tiraram o dinheiro de seu fundo porque queriam aproveitar a alta – mas quebraram a cara quando a bolha explodiu. Em 2002, o FPA Capital rendeu 29%, contra baixa de 38% do S&P 500, um dos principais índices de ações dos EUA.

Já em 2005, Rodriguez voltou a farejar o cheiro de desgraça no ar. Seu fundo de renda fixa rapidamente começou a despejar no mercado títulos hipotecários de segunda linha e a aumentar a qualidade dos créditos incluídos na carteira. Em 2006, ele já não detinha nenhum título da Fannie Mae e Freddie Mac, duas agências governamentais de crédito que quebraram e tiveram que ser resgatadas com bilhões de dólares do governo. Em 2007. seu fundo de ações já tinha 40% do capital em caixa. Com esse dinheiro, Rodriguez foi às compras em 2008, quando o mercado entrou em colapso após a quebra do banco Lehman Brothers. No ano seguinte, seu fundo de ações obteve um retorno de 54%.

Agora, Rodriguez aposta que o governo dos EUA terá problemas com seu alto endividamento. A agência de classificação da risco Standard & Poor's colocou recentemente o rating (avaliação de crédito) dos títulos americanos em perspectiva negativa. Rodriguez reagiu de forma irônica à decisão de disse que ao menos alguém já dá sinais de que acordou para o déficit público dos EUA.

Ele considera que a dívida pública americana – que oficialmente corresponde a 64% do PIB – é muito maior do que se divulga e lembra que obrigações a serem cumpridas pelo programa de saúde Medicare e pelas agências de crédito Fannie Mae e Freddie Mac também deveriam ser contabilizadas. A situação, portanto, é bem pior do que parece. Se os EUA não fizerem nada para reduzir o endividamento até 2012, os investidores vão começar a temer o pior. Essa situação poderia levar ao aumento da percepção de risco dos títulos do Tesouro americano. Rapidamente o governo seria obrigado a pagar juros mais altos para financiar– o que poderia gerar uma crise de confiança no mercado financeiro.

Para quem é considerado um "profeta do Apocalipse", Rodriguez até que parece ser justo com o governo. Ele admite que o problema ainda não seja irreparável. O governo americano precisa começar a cortar os gastos em 350 bilhões a 500 bilhões de dólares por ano e evitar futuras surpresas. O grande problema é que ele não acredita que o presidente Barack Obama esteja disposto a fazer a reforma fiscal necessária. A hora, portanto, seria de começar a reduzir o risco do portfólio de investimentos, baixando a exposição a ações e a títulos de segunda linha.



26 de maio de 2011

Cuidado que o âncora da CBN pode te levar a falência


É impressionante como as coisas não são levadas a sério nesse país e ninguém faz nada nunca. Pode âncora de rádio dar dicas de medicação para pessoas doentes? Não, não pode, ele não é especialista e não pode ser generalista num assunto tão sério. Pode dar dicas de engenharia? Não, ele não é especialista e não pode ser generalista. Mas e dicas de investimento em renda variável, pode? Não deveria poder, porque é assunto altamente complexo e arriscado num campo aonde generalizações podem levar qualquer um para o buraco. Mas lá na CBN o Sardenberg adora pagar uma de Warren Buffet e colocar o bolso do ouvinte em fria.


Em 2008, quando a bolsa caia uns 15% em relação ao pico, ele disse que estava barata e que a projeção de alta era para 80 mil pontos até o final daquele ano. Depois daquele dia, a bolsa caiu mais uns 60% e nunca chegou perto de bater os tais 80 mil pontos até hoje, 3 anos depois. Hoje ele disse que as ações da Usiminas estão baratas. Baratas? Absurdo! Estão é em tendência de baixa, de queda, e estão sem qualquer sinal de reversão.


Quem disse que em bolsa existe caro e barato? Caro e barato para quem? E quem disse que o mercado respeita o que um âncora de rádio pensa? Ora, caro Sardenberg, já dizia Newton que todo corpo tende a permanecer em seu estado de repouso ou de movimento se nenhum fato extraordinário agir sobre ele! Se a ação em questão está caindo há meses, o que garante que vai mudar o seu percurso agora, ou daqui a pouco? Para a sua comentarista, a Mara Luchesi, essa ação tem maior potencial de alta e menor de baixa no mercado brasileiro porque caiu muito! Caiu muito para quem, meu Deus do céu!? Não se cita valuation, relação de P/L, ebtida, qualquer elemento de análise fundamentalista, mas manda-se o leitor comprar.

Será que eles estão olhando para outro gráfico? Estão é recomendando as pessoas a queimarem seu dinheiro numa empresa que perde valor de mercado todo dia e que não deu qualquer movimento de reversão em qualquer aspecto que se refira! Irresponsabilidade e ponto.


Quem disse que o barato não fica mais barato? Será que quando o papel caiu de 35 reais para 30, não estava barato? Ou em 25, ou em 20? Por que, agora, em 14, está barato? Quem garante que não vai acontecer como as ações da Parmalat, que sairam de um pico de 31 reais para 1,50? E será que 1,50 é barato? Quem se lembra das ações da NET, que sairam da casa dos 200 reais para menos de 20? Ou do Citibank que chegou a valer centavos e antes valiam 60 dólares cada? Não sabemos NUNCA o fundo do poço, porque no mercado de bolsa não trabalha com conceitos de padaria, mas com uma complexa rede de informações que apontam para a saúde financeira dentro de um prazo operacional incerto e num mundo sempre imprevisível. Mesmo assim, existe maneira de se diminuir o risco e aumentar a rentabilidade com o mínimo de estudo, que vai muito além do mero achismo.


Se o âncora metido a George Soros tivesse lido apenas UM livro sério sobre bolsa - de autores como Marcio Noronha, Eduardo Matsura, Alexander Elder, Warren Buffet e George Soros - aprenderia na segunda página que o que sobe tende a continuar subindo e o que cai, tende a continuar caindo, e que não se entra em barco que afunda e nem se coloca tesouro em areia movediça. E aí, quem sabe, pararia de colocar a vida financeira de milhares de brasileiros no risco de uma catastrofe total.

15 de março de 2011

Save Japan


Vendo nessa noite o índice Nikkei cair 14% - num único pregão - me dei conta de que os operadores do Japão devem saber de coisas que nenhum de nós imagina. Um mercado acostumado a tragédias e a cair há 20 anos não entra num processo vertiginoso de sell-off como o que estamos vendo essa semana dessa forma. Provavelmente as informações que estão chegando via noticiários são maqueadas e feitas sob medida para não gerar um pânico geral no Japão (o número de mortos, por exemplo, que já se sabe que excede os 10 mil, a toda hora é direcionada pelas autoridades locais na casa dos 2 mil). A bolsa, por bem ou por mal, costuma adiantar-se as notícias. Lembramos que muito antes do crash do mercado imobiliário americano, as bolsas já despencavam havia tempo. E é isso o que me dá medo. Na bolsa, velocidade e tamanho são mais que documentos, e neste momento, olhando para ambos, fica difícil não pensar que há muito mais que ser contado.

Meu medo não é com a queda da bolsa de lá, ou daqui, ou de qualquer lugar - esse não é o meu ponto - mas com a destruição da vida humana, que neste momento nunca esteve tão fragilizada. As ameaças de que ventos soprem a radiação da usina de Fukushima para a cidade de Tókio é mais do que fundamentada. A tragédia pode ser iniguilável, pode ser um apocalipse dentro de um único país. 500 mil pessoas foram resgatadas, 100 mil crianças estão desabrigadas. Milhares a mercê da sorte. Nós precisamos, além de pedirmos a Deus pelo conforto espiritual dessas pessoas, fazer algo de concreto também pelas suas necessidades materiais. Por favor, considere uma doação via cartão de crédito para essas vítimas através de instituições que estarão lá representando a humanidade inteira para lutar pela sobrevivência de todo um povo.
Eu estou tentando fazer a minha parte, se cada um fizer a sua, menos lágrimas cairão e mais semblantes se erguerão.



17 de fevereiro de 2011

Uma opinião que eu endosso totalmente

Uma opinião que eu endosso totalmente, do Stormer do site www.leandrostormer.com.br, sobre o descolamento nos mercados brasileiro e americano.


"existe um ciclo muito importante que é o presidencial.
esse ciclo basicamente diz : ano anterior a eleicao presidencial, bolsa sobe. ano seguinte a eleicao presidencial bolsa cai"

isso porque o presidente no poder quer se reeleger e ele entao no ano anterior a eleicao ira prover medidas de aquecimento de economia : baixar taxas de juros, aumentar gastos publicos..e outras coisinhas mais...que fazem a bolsa subir forte..

claro isso tem um preco..isso nao é de graça...

logo apos sua reeleicao o presidente terá que pagar pela festa...
isso é .. cortar gastos publicos, conter gastos, aumentar taxas de juros..

bem.. tivemos eleicao aqui no brasil no ano passado... esse ano seria por esse ciclo o inicio de um periodo ruim para o ibov..

ao mesmo tempo estamos um ano antes da eleicao presidencial americana...
logo..lá o mercado tera toda a influencia positiva...

de alta..

se vcs sao estrangeiros.. sabendo dessa ideia...
o que vcs fariam? deixariam seu dinheiro em um pais que estara adotando medidas de " contencao " de inflacao e de gastos....ou.. trariam seu dinheiro de volta para o seu país ( dji) que esta em medidas expansivistas?

a saída de capital estrangeiro, tende a ser uma constante na minha opiniao no ano de 2011.
teremos repiques..e movimentacoes de alta...intermediarias ...mas nao espero um brilhante ano de 2011 para o ibov..

e mais,.. veremos um descolamento ainda maior desses dois mercados"

9 de fevereiro de 2011

E olha o que eu disse no último dia de 2010...


"Ibovespa fechou o ano quase na estabilidade, com um candle DOJI no gráfico anual, que sugere dúvida, e somado aos níveis overboughts nos osciladores pode chamar alguma queda para 2011."

Não precisava tanto né? Taí, dito e feito.

7 de fevereiro de 2011

AGEN11


AGEN11, após forte e rápida correção, papel confirmou fundo ascendente no dia de hoje e agora parte para o teste do último topo em 2.88, que vencido libera o ativo para o target de 100% do último movimento, na casa dos 3.80. IFR e MACd apontados para cima, cruzados na compra e sem sinal de topo. OBV já acima dos 4 reais, dando otimismo ao papel.

4 de fevereiro de 2011

Segura a peruca meu filho

Ibovespa pesando bonito, caindo feito jaca podre e sem qualquer sinal de fundo. Mercado totalmente na mão dos vendidos e sem trégua para compradores. É o famoso "subiu-vendeu". 63 mil pontos é o próximo ponto de descanso e ao que tudo indica, não deve segurar o mercado pela força demonstrada até aqui no viés baixista. E enquanto isso, a bovespa fazendo campanha com o Pelé para chamar a gente simples para investir no mercado de renda variável...adivinha quem vai pagar a conta?

3 de fevereiro de 2011

Situação do mercado

Ibovespa cada vez mais fortalecendo seu viés baixista em todos os tempos gráficos e dando a mão vencedora somente aos vendedores. A ordem do dia é o "subiu, vendeu" e nem repiques está mais aquela coisa. MMXM3 fez fundo antes de ontem, e hoje já perdeu, estourando mais um pivot de baixa. Coisa feia mesmo. Papéis próximos de TH dando meia volta e despencando bonito. HYPE3, RDCD3, CIEL3, MMXM3, ALPA4, tudo muito feio, sem falar na OGXP3. Mais cautela do que nunca.

Quem tem me acompanhado no Twitter pegou um trade bom em BPNM4, mais de 1 real por papel. Parabéns aos comprados. Lucro no bolso, daonde ninguém tira.

1 de fevereiro de 2011

MMXM3


MMXM3, papel tá no mínimo interessante na compra. Faz fundo duplo com boa divergência de alta pelos fundos do IFR14 e do MACD histograma. Tem um bom range para desenvolver.